Imaginar Angola: o nascimento de uma nação no cinema
DOI:
https://doi.org/10.15847/obsOBS14120201447Keywords:
Cinema Angolano, política cultural, “cinema da poeira”, Luandino Vieira, Ruy Duarte de CarvalhoAbstract
Quarenta anos após a independência de Angola e de um investimento inicial que visou pôr o cinema ao serviço de um programa político e cultural nacional, existe uma cinematografia angolana? Entre aqueles que julgam que sim está José Mena Abrantes, que, em Angola, o nascimento de uma nação. Vol. 3 O cinema da independência, intitulou o capítulo de sua autoria “Cinema angolano. Um passado com o futuro sempre adiado”. Mas se a memória do cinema dos pioneiros, que nasceu, com a nação, a partir de uma política cultural desenhada por Luandino Vieira, e a arrancada do início do milénio continuam a fazer acreditar num futuro para esta cinematografia, o autodesignado “cinema da poeira” – ou “cinema do gueto” –, que tem Nollywood como modelo, pode agora ser pensado como a forma de expressão dominante quanto à produção de filmes em Angola?Downloads
Published
2020-03-05
How to Cite
Piçarra, M. do C. (2020). Imaginar Angola: o nascimento de uma nação no cinema. Observatorio (OBS*), 14(1). https://doi.org/10.15847/obsOBS14120201447
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