A ecrãcultura emergente nas vivências dos jovens portugueses: poderá falar-se de uma geração de ecrãs?

Ana Melro, Lídia Oliveira da Silva

Abstract


O ritmo elevado da utilização das tecnologias e a apropriação dos media de forma transversal e ubíqua permitiram a propagação de vários termos que se generalizaram, uma vez que também se propagaram os media e as suas potencialidades. Este fenómeno contemporâneo desafia a comunidade científica a observar e a refletir no sentido de compreender os processos sociais e comunicacionais em curso.
A referência aos novos media quase não pode ser dissociada da geração que proporcionou a sua utilização massiva. Assim, neste artigo, reflete-se sobre a apropriação dos novos media e, consequentemente, de ecrãs por indivíduos com idades compreendidas entre os 21 e os 45 anos de idade, e a integração dos artefactos tecnológicos nos variados contextos onde passam o seu tempo: na escola, no espaço familiar e nos períodos de lazer.
Apresentam-se os resultados obtidos através da aplicação de um inquérito por questionário no ano letivo de 2011/2012 a 30 alunos do 3º ano da licenciatura em Novas Tecnologias da Comunicação, na unidade curricular de Cibercultura, da Universidade de Aveiro.

Keywords


new media; new media usage contexts; screen generation

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DOI: https://doi.org/10.15847/obsOBS732013694